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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Oslo (parte II)

O passeio de ônibus terminou onde começou: na frente do City Hall, correspondente à prefeitura da cidade. O prédio apesar de não ser bonito por fora é muito lindo por dentro. 




O salão é cheio de painéis contando a história de Oslo e é ali que realizam a cerimônia de entrega do Prêmio do Nobel da Paz, que acontece sempre em 10 de dezembro (perdemos por pouco).

















Ah, e tava rolando até umas fotos de um casamento.


Detalhe para o recado 'Please do not touch'...brasileiro é foda!! Brincadeira, a Marcelle não tocou em nada, só fez de conta.




Essas caixas aí são dos materiais da decoração pra entrega do prêmio na semana que vem.




A parte de acesso à visitação pública inclui o salão e o segundo andar, que além de várias salas contém o Conselho Comunitário, algo parecido com os nossos vereadores (só parecido).








A vista do prédio fica pra baía e é lindíssima.


  




Terminado o passeio pelo City Hall fomos fazer um pouco de hora pela cidade pra aguardar o horário da troca da Guarda no Palácio real, e já na saída do City Hall encontramos esse carrinho estacionado na rua recarregando a bateria. Sim, recarregando a bateria. Em Oslo tem muito disso, várias estações de recarregamento de bateria pra esses carrinhos. O poste fica com o led azul quando está livre e verde quando está sendo usado. Super ecológicos os carrinhos.





Logo depois fomos passear por uma feirinha de artesanatos para o Natal que estava acontecendo na praça próxima ao Palácio Real. Lá nós almoçamos um hambúrguer de carne de alce. É, alce. Achei estranho no começo e fiquei com receio de não gostar. Mas quando eu teria outra oportunidade de experimentar, não é mesmo? Então mandei o hambúrguer de alce. E adivinha? Era uma delícia, mesmo. Repetiria sem dúvida!!
Tempo gasto, era hora de subir pro Palácio Real (que estava em reformas) pra ver a troca da guarda, que acontece pontualmente às 13h30. A troca da guarda é simbólica, mas ainda assim bem bonita, apesar de eu não ter entendido muita coisa do ritual, já que as poucas palavras que os guardas trocam são todas em norueguês. 




É interessante como eles ficam um tempão parados no meio do ritual sem mexer um músculo sequer, num frio do cão. 



Não me contive e precisei tirar foto das bundinhas. :)






Depois da troca da guarda resolvemos ir para o Forte, mas no caminho precisei tirar foto disso. Essa foi a loja que mais chamou a atenção, apesar de já ter visto algo parecido aqui em Gothenburg. Reparem na infinidade de opção de Hair Extensions e na variedade de cores. E está aí a venda porque o povo usa. 



O Forte que fomos chama-se Akershus. É uma área gigantesca e possui vários prédios entre antigos e mais atuais. Como não tínhamos muito tempo optamos por visitar o Castelo que fica no topo, aí na foto é a torre mais alta à esquerda.






As fotos que tirei do interior ficaram muito ruins porque não podia usar flash e a iluminação era bem ruim.
Porém o passeio valeu muito a pena, o castelo é do séc.XIII e pegamos os fones pra ouvir a história de tudo. No final ainda encontramos mais 6 brasileiros que estão estudando inglês em Londres e estavam passeando por Oslo. Acho sinceramente que brasileiro nasce com um radar ajustado para encontrar outros brasileiros no mundo.
A foto abaixo é a vista da baía de Oslo a partir do forte.




E aqui vai uma seção vitrines interessantes pra fechar o post de Oslo.







Pra resumir, adorei a cidade, o passeio (mesmo com chuva) e a companhia do Jeferson e da Marcelle que foram super parceiros na empreitada. Faria tudo de novo, mas torceria pra não ter chuva da próxima vez!

Oslo (parte I)

Sexta-feira eu, Marcelle e Jeferson fomos pra Oslo.
Que bom que decidimos ir. Foi ótimo!!!
Saímos de Gothenburg na sexta lá pelas 18hs e logo depois paramos pra abastecer o carro. Aqui não existe frentista, é self-service e passamos um perrengue pra entender a máquina (usabilidade zero, no caso).


Depois de 3hs chegamos em Oslo. A rodovia é ótima até lá, inclusive mais próximo de Oslo tem muitos túneis, tinha um mesmo que era compridasso e tinham várias saídas para outros túneis, ficamos impressionadíssimos com esse último.
Eu sinceramente estava esperando por estradas piores na parte da Noruega por conta das piadas que o povo faz aqui. Os dois países tem rixa um com o outro assim como o Brasil tem rixa com a Argentina, ou seja, ficam pegando no pé um do outro mas convivem super bem. 



A piada que me contaram a respeito das estradas norueguesas é que até a ponte abaixo onde é a divisa dos dois países existe uma 'highway' e que depois dela é a 'Norway'.



A entrada da cidade tava cheia de construções, tinham uns 10 prédios em construção um do lado do outro. As ruas também estavam cheias de obras (construindo outro túnel, obviamente) então pra acharmos a rua do hotel demorou mais uma meia hora.
A foto abaixo não está muito boa mas dá pra ver que existem muitos guindastes.


Ficamos num hotel bem no centro da cidade, do lado da CentralStation. Na área que existe na frente estavam montando uma pista para competição de Snowboard. A neve era verdadeira, mas deve ter sido trazida de algum outro lugar porque ainda não nevou por aqui.





Saímos pra tentar jantar, mas descobrimos que todos os restaurantes e pubs fecham a cozinha às 23hs, apesar de o centro estar fervendo na sexta à noite, então só nos restou comer um calzone em uma delicatessem que encontramos aberta.
Depois de comer resolvemos caminhar pela cidade. A rua principal de Oslo me lembrou muito o comecinho da Rua Felipe Schmidt em Florianópolis. Comentei isso e o Jeferson riu da minha cara, mas o que eu posso fazer se me trouxe a lembrança??





Ah, em Oslo tem muito dessas pseudo-bicicletas (tipo as que existem na Índia, não sei os nomes delas), e a cidade já está toda decorada para o Natal. E assim como aqui em Gothenburgo, a decoração é simples, mas muito bonita. Já falei antes também que prefiro assim como é por aqui, dá mais espaço pra ver todos os detalhes ao invés de atulhar tudo de luz, árvores e imagenzinhas de Papai Noel. A decoração aqui é mais delicada.










O prédio do Parlamento é lindo, pena que não deu tempo de visitar ele por dentro.


Ah, durante nossa caminhada duas gurias vieram pedir direção pra gente. As duas suécas, falamos que estavamos com base em Gothenburgo e já engatamos maior papo, acho que ficamos os 5 ali conversando por uns 40min. E demos a direção que elas precisavam!!
Depois disso caminhamos mais um pouco e decidimos voltar pro hotel porque estava tarde e muito frio. Só fui descobrir o quão frio estava quando cheguei no hotel: -6°C!!
Dia seguinte, sábado, 8h30 café da manhã e essa é a rua.


CHUVA!!!
Olhamos o livro de turismo da cidade e descobrimos um tour de ônibus que saía às 10h15 na frente da prefeitura. Decidimos por pegar o ônibus, assim poderíamos ver várias coisas e nos proteger da chuva. Mas até sair do hotel já tava um pouco tarde, então caminhamos bem rápido até o lugar, na verdade chegamos até a correr os últimos metros, mais 30s a gente não pegaria o busão. Tenso!
O ônibus era bem grande, dois andares e estava cheio, mas conseguimos cada um pegar um lugarzinho na janela, problema é que a chuva não permitia ver muito bem, pior ainda pra tirar foto. Mas eu tentei fotografar na esperança de sair alguma coisa boa.






Paramos no Parque Gustav Vigeland bem na hora que a chuva ficou mais forte. Puxamos o gorro dos casacos e fomos mesmo assim. O parque é lindo, as esculturas nem se falta, uma mais linda que a outra, mas a chuva nos atrapalhou muito, não dava pra perder muito tempo analisando as estátuas e tava bem frio.












Depois do parque fomos para o Holmenkollbakken, que é uma pista de ski construída em concreto muito louca. Problema que como fica bem no alto de uma colina o nevoeiro tava muito intenso e ficou um pouco difícil de ver a pista e a cidade mais abaixo.




Acabei passando mais tempo dentro da lojinha de souvenirs (que é muito boa, por sinal) do que fora. 




Durante o tour aprendemos que Oslo tem apenas 1/3 de área urbanizada e é assim que eles querem manter a cidade. Outro ítem interessante é que bem ao norte da Noruega eles só conseguem cultivar batatas graças ao sol da meia noite que dura em torno de 6 semanas. 
Aqui tirei foto dessa rótula com chafariz e que tem várias linhas de tram passando por ela.


Vou continuar a falar da viagem à Oslo no próximo post porque ainda tenho muito a contar, mas aqui já está muito tarde e estou bem cansada.
Amanhã tem mais.