O cara nasceu em Copenhagen e viveu lá. A fábrica da cerveja é lá também e foi ele quem inventou uma solução pra cerveja sair com o mesmo sabor sempre.
Uma das cervejas é a Elephant, que leva o nome em homenagem à coroa Dinamarquesa, que tem como símbolo um elefante. Agora, sério? O animal que representa a coroa dinamarquesa é um ELEFANTE???
E no caso, foi com essa cerveja, de 7,8%, que eu brindei o ano novo. Acho que foi o primeiro reveillon em mais de 15 anos que eu não brindei com champagne...quem sabe agora a coisa muda de vez. Quem sabe...?
Detalhe importante: Na Dinamarca a regulamentação de bebida alcoólica é bem diferente da Suécia. Lá não existe loja do governo pra venda de bebidas, pode comprar igual no Brasil, ou seja, em qualquer lugar. E pra completar também se pode beber na rua sem problemas. Não podia ter escolhido melhor pro réveillon, né?
Continuando com o tour... Esse é um dos canais que corta a cidade e do outro lado tem dois museus e predios da coroa.
Bom, a Opera possui um equipamento nas paredes que podem ser ajustadas pra melhorar a acústica a qualquer momento e tem dois andares abaixo dela só pra comportar as máquinas.
Como se não bastasse dar de presente a Opera o cara também mandou derrubar as construções que ficavam logo atrás da residência da rainha e criou um jardim lindo, assim ela pode apreciar o presente dele todos os dias da janela de casa! A residência real fica naquele largo logo ali na frente.
A Dinamarca tem uma rainha, assim como a Inglaterra, e o rei-consorte da Dinamarca não é suéco, ele é francês, e apesar de morar há 50 anos lá ele não fala dinamarquês!!
Ah, tenho que contar a história do príncipe. O cara foi pra Austrália, tava num bar chulé e conheceu uma moça. Começaram a namorar, pediu ela em casamento, ela aceitou e só daí que ele contou pra ela que era o príncipe sucessor da coroa dinamarquesa. A moça aceitou e virou princesa, e por consequência abriu mão da nacionalidade australiana. A própria história de conto de fadas. Mas eu não ia acreditar se fosse comigo (como se fosse acontecer comigo). Ah, a princesa fala dinamarquês.
Pelo jeito eu não vou conseguir terminar tudo o que eu quero falar sobre Copenhagen nesse segundo post. Vai ficar para amanhã!